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 As pessoas que não têm dificuldade para ouvir, muitas vezes desrespeitam o indivíduo deficiente auditivo sem perceber. Quando se deparam com a deficiência auditiva tentam se comunicar através de gritos e gestos exagerados e sem sentido que apenas atrapalham a comunicação. 

Já ao colocar o aparelho auditivo, a família e os amigos tendem a pensar que o problema está completamente resolvido, como num "passe de mágica", e começam então a testar a audição do usuário sem qualquer respeito ao que ele possa estar sentindo nesta nova situação. Passam a falar baixo, escondendo a boca, de costas e das mais variadas formas que ao invés de ajudar atrapalham muito a adaptação do usuário ao aparelho, além de fazerem com que ele se sinta ridicularizado. 

Estas pessoas não estão levando em consideração toda uma história de vida deste deficiente auditivo, que apresenta esta dificuldade de se comunicar há anos e em muitos casos, até décadas! Estes testes que submetem o usuário de aparelho auditivo a tantas frustrações e brincadeiras de mal gosto não podem ser considerados como ajuda! Deve-se pensar nos sentimentos do indivíduo que está colocando o aparelho auditivo e ao invés de testá-lo, deve-se respeitá-lo falando com ele sempre de frente, considerando suas limitações, falando com boa articulação e altura de voz, sem gritar ou cochichar.

 

(autora: psicóloga Adriana de C. Perone/adaptação: pedagoga/adm. Alessandra G. de C. Brancaccio)